sábado, 31 de janeiro de 2009
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Pintando cadáveres
Mais dois na conta de Vlad, o ex-agente da KGB que é dublê de premiê e pintor na Rússia: na segunda-feira, um advogado que lutava contra a libertação de coronel que é assassino confesso foi morto a tiros no centro de Moscou por um homem mascarado, que ainda atingiu também fatalmente uma jornalista que acompanhava o alvo do ataque. Yuri Budanov, o militar libertado, assumiu ter enforcado a jovem tchechena Heda Kungayeva em 2000 - o que explicou acusando-a de integrar a irridente insurgência separatista de região.
Não se sabe ainda (e talvez jamais se saiba) se houve ordem direta do Kremlin para assassinar o advogado - Budanov é um herói para vários grupos nacionalistas russos que podem perfeitamente ter planejado e executado o crime sem qualquer participação estatal. Mas sabemos também que é característica de diferentes regimes de força de ontem - ver fascismo italiano e nazismo, por exemplo - e de hoje - o post abaixo é um dentre muitos exemplos possíveis sob o Chavismo - contar exatamente com milícias e afins que farão parte do trabalho sujo mais ou menos independentes do poder central, alimentadas por diferentes graus de impunidade e por lideranças carismáticas (ler Ian Kershaw para Hitler) cujos desígnios e tendências muitas vezes são apenas sugeridos a fiéis que se acostumam a deduzir quais seriam as melhores expressões concretas para a única fonte real de legitimidade, a "vontade do líder". Certamente a Rússia de Putin não é um fascismo, mas esse e outros fatos ocorridos sob a égide do ex-presidente (e ainda mandatário-mor) nos deixam claro que ela também está muito longe de ser uma democracia.
Não se sabe ainda (e talvez jamais se saiba) se houve ordem direta do Kremlin para assassinar o advogado - Budanov é um herói para vários grupos nacionalistas russos que podem perfeitamente ter planejado e executado o crime sem qualquer participação estatal. Mas sabemos também que é característica de diferentes regimes de força de ontem - ver fascismo italiano e nazismo, por exemplo - e de hoje - o post abaixo é um dentre muitos exemplos possíveis sob o Chavismo - contar exatamente com milícias e afins que farão parte do trabalho sujo mais ou menos independentes do poder central, alimentadas por diferentes graus de impunidade e por lideranças carismáticas (ler Ian Kershaw para Hitler) cujos desígnios e tendências muitas vezes são apenas sugeridos a fiéis que se acostumam a deduzir quais seriam as melhores expressões concretas para a única fonte real de legitimidade, a "vontade do líder". Certamente a Rússia de Putin não é um fascismo, mas esse e outros fatos ocorridos sob a égide do ex-presidente (e ainda mandatário-mor) nos deixam claro que ela também está muito longe de ser uma democracia.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Liberdade política e liberdade econômica no mundo
A Freedom House e a Heritage Foundation publicaram índices sobre o grau de liberdade dos países. O primeiro trata da liberdade política; o segundo, da econômica.
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terça-feira, 13 de janeiro de 2009
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Os crimes de Fidel Castro e Che Guevara
Os cinquenta anos da Revolução Cubana têm sido lembrados na maioria das vezes com a omissão dos crimes de Fidel Castro e Che Guevara. Ainda há no Brasil muitos admiradores de tais figuras, que oprimiram de forma terrível o povo cubano. Certas informações sobre a ditadura cubana publicadas na Internet deveriam ser mais divulgadas. Estes são alguns textos e vídeos que revelam o mal causado por Fidel e Guevara: Vida y muerte de Fidel (Carlos Alberto Montaner), La máquina de matar (Álvaro Vargas Llosa), Las torturas de Castro, Los muertos de Castro e Guevara: anatomía de un mito.
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quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
História do comunismo na Casa do Terror
A Casa do Terror é um museu sobre o totalitarismo na Hungria, localizado em Budapeste. Há vídeos sobre a história do comunismo em seu site. O movimento mais significativo de oposição ao colonialismo soviético na Hungria foi o levante de 1956, assunto do livro Doze dias, de Victor Sebestyen.
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Humor: guia turístico para conhecer a ilha de Cuba
Neste começo de férias de verão, a procura por pacotes de viagens intensifica-se, e a busca por localidades aprazíveis e ao mesmo tempo em conta pode se tornar bem difícil. Com isto em mente, o Blog transcreve um roteiro turístico criado pelo Casseta & Planeta para quem quer conhecer a república socialista ilhada ou, como os Cassetas a chamam, a "Paquetá do Caribe".
Cuba Maravilhosa
Vovô Chico Buarque leva você para a Ilha de Fidel!
(trecho do livro "A volta ao mundo de Casseta & Planeta", de 1996)
Saída
Concentração popular na casa do Vovô Chico. Início da carreata em direção ao aeroporto. O companheiro genro Carlinhos Brown vai na Kombi da frente, batucando na lataria. Parada para almoço na churrascaria Boizão. É aconselhavel se empanturrar, porque durante nossa estadia em Cuba, teremos duas refeições por dia: uma por lance e outra por sorteio [*]. Embarque num Caravelle da Suriname Airlines e seqüestro do avião com desvio para Cuba.
Primeiro dia
Chegada no aeroporto de Havana. Dia livre para ouvir o discurso de 19 horas de Fidel Castro desejando boas-vindas aos visitantes.
Segundo dia
Visita à réplica da múmia de Che Guevara. A verdadeira está fazendo uma turnê vitoriosa no circo do Beto Carrero. Visita à Clínica de Recuperação de Homossexuais em Sierra Maestra. É favor não dar comida às bichas.
Terceiro dia
Visita ao Cemitério dos Homossexuais Que Não Se Recuperaram em Sierra Maestra. Tarde livre para visita aos motéis populares com cine-estatizê, camas redondas coletivizadas e retrato do Fidel no teto. À noite, show com o comediante Fidel Castrinho e seu impressionante número com charutos de duplo-sentido (de fora pra dentro e vice-versa).
Quarto dia
Visita ao Canavial Central de Cuba. O visitante só poderá voltar ao hotel depois de cortar quatro toneladas de cana.
Quinto dia
Visita ao canteiro de obras do Rumbódromo que ficará pronto ainda este ano para o desfile das tradicionais escolas de rumba. Tarde livre (mas seguida de perto por dois agentes do serviço secreto) para conhecer o parque de diversões Castrolândia e passear na montanha-russa, antiga montanha soviética.
Sexto dia
Fuga para Miami.
Sétimo, oitavo, nono, décimo, décimo primeiro e décimo terceiro dias
Semana livre para visitar os shopping centers de Miami e encher o rabo de bugigangas imperialistas. Inclusive um relógio digital Casio MX-K12, waterproof, com alarme e cronômetro, para contar os minutos finais do capitalismo.
*Nota do blogueiro: graças à abertura econômica nos últimos tempos, já é possível ao cubano médio ter uma terceira refeição no dia: esta, por concurso público.
Cuba Maravilhosa
Vovô Chico Buarque leva você para a Ilha de Fidel!
(trecho do livro "A volta ao mundo de Casseta & Planeta", de 1996)
Saída
Concentração popular na casa do Vovô Chico. Início da carreata em direção ao aeroporto. O companheiro genro Carlinhos Brown vai na Kombi da frente, batucando na lataria. Parada para almoço na churrascaria Boizão. É aconselhavel se empanturrar, porque durante nossa estadia em Cuba, teremos duas refeições por dia: uma por lance e outra por sorteio [*]. Embarque num Caravelle da Suriname Airlines e seqüestro do avião com desvio para Cuba.
Primeiro dia
Chegada no aeroporto de Havana. Dia livre para ouvir o discurso de 19 horas de Fidel Castro desejando boas-vindas aos visitantes.
Segundo dia
Visita à réplica da múmia de Che Guevara. A verdadeira está fazendo uma turnê vitoriosa no circo do Beto Carrero. Visita à Clínica de Recuperação de Homossexuais em Sierra Maestra. É favor não dar comida às bichas.
Terceiro dia
Visita ao Cemitério dos Homossexuais Que Não Se Recuperaram em Sierra Maestra. Tarde livre para visita aos motéis populares com cine-estatizê, camas redondas coletivizadas e retrato do Fidel no teto. À noite, show com o comediante Fidel Castrinho e seu impressionante número com charutos de duplo-sentido (de fora pra dentro e vice-versa).
Quarto dia
Visita ao Canavial Central de Cuba. O visitante só poderá voltar ao hotel depois de cortar quatro toneladas de cana.
Quinto dia
Visita ao canteiro de obras do Rumbódromo que ficará pronto ainda este ano para o desfile das tradicionais escolas de rumba. Tarde livre (mas seguida de perto por dois agentes do serviço secreto) para conhecer o parque de diversões Castrolândia e passear na montanha-russa, antiga montanha soviética.
Sexto dia
Fuga para Miami.
Sétimo, oitavo, nono, décimo, décimo primeiro e décimo terceiro dias
Semana livre para visitar os shopping centers de Miami e encher o rabo de bugigangas imperialistas. Inclusive um relógio digital Casio MX-K12, waterproof, com alarme e cronômetro, para contar os minutos finais do capitalismo.
*Nota do blogueiro: graças à abertura econômica nos últimos tempos, já é possível ao cubano médio ter uma terceira refeição no dia: esta, por concurso público.
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quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
A ocupação soviética da Estônia
O Okupatsioonide Muuseum, da Estônia, tem em seu site uma série de vídeos sobre a história recente do país, cuja população sofreu terrível opressão pelas ditaduras comunistas da União Soviética. Sobre a Estônia, há também o documentário The Singing Revolution, publicado no YouTube. A história da ocupação soviética da Estônia é contada no livro Cortar o mal pela raiz, organizado por Stéphane Courtois.
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