quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Amazônia ilegal
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Repórteres presos na Índia por falar mal do islamismo
Dois repórteres do jornal indiano Statesman foram presos por republicarem artigo do britânico Independent que chama o Islam de opressivo e fala que o profeta Maomé teve relações sexuais com um menina de 9 anos e ordenou a matança de judeus que não quiseram se converter. Ambos acabaram cedendo à pressão dos maometanos ofendidinhos, que invocaram inclusive uma lei que torna ilegal a "intenção maliciosa" em "ofender sentimentos religiosos". Os repórteres foram liberados mediante fiança.
Agora é oficial: está instituída na Índia a polícia do pensamento. Nada impressionante para os padrões brasileiros, é verdade...
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Documentário sobre terrorismo islâmico é rejeitado pela grande mídia dos EUA
O documentário Obsession, que expõe de maneira detalhada e contundente o terrorismo islâmico, seus métodos de treinamento e doutrinação e até celebrações dos atentados de 11 de setembro, enfrenta sérias dificuldades de divulgação justamente no país mais visado pelos radicais. Sob a alegação de que seria "potencialmente contraprodutivo para os esforços das comunidades árabes e muçulmanas na revitalização de Detroit e o sudeste de Michigan", a Detroit Free Press (você leu direito, é "Free" mesmo) recusou um acordo para distribuir cópias gratuitas do filme, mesmo sendo paga pelo serviço.
Não é um caso isolado, reporta o WND. O documentário tem sido evitado ou até mesmo banido de outros espaços, inclusive universidades, temendo a oposição de muçulmanos locais.
Se você quiser ver o documentário, peça uma cópia à loja do WND ou faça por si mesmo o que a auto-denominada imprensa livre de Detroit não quis fazer: veja gratuitamente acessando este link do YouTube.
terça-feira, 22 de abril de 2008
Jornalista e militante feminista é condenada a dez chibatadas e seis meses de prisão no Irã.
Publicado em: 22/04/2008 13:43
Jornalista é condenada a seis meses de prisão e dez chibatadas no Irã
terça-feira, 15 de abril de 2008
O peronismo que se arrasta: governo argentino tenta controlar a imprensa
quarta-feira, 9 de abril de 2008
sexta-feira, 28 de março de 2008
A justiça que não falha: Universal Studios do Reino de Deus* perde mais um processo contra a Folha
Redação Portal IMPRENSA
Na última quinta-feira (27), o Poder Judiciário extinguiu mais um processo civil iniciado em nome de um fiel da Igreja Universal do Reino de Deus contra a empresa Folha da Manhã S/A, que edita a Folha, e contra a jornalista Elvira Lobato. Esta já é a 20º ação favorável ao diário e sua repórter.
Leia mais sobre esta vitória da liberdade aqui. Sobre o primeiro post neste blog sobre essa tentativa de intimidação da imprensa, leia aqui.
*By Casseta & Planeta
quinta-feira, 20 de março de 2008
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Liberdade de imprensa 2: Editorial da Folha de SP sobre a onda de processos de fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus contra jornais e revistas.
Folha publica editorial sobre processos de fiéis da Igreja Universal contra jornais
da Folha Online
A Folha de S.Paulo desta terça-feira (19) publica em sua primeira página um editorial sobre os processos movidos por fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus contra os jornais "Extra", "O Globo", "A Tarde" e contra a própria Folha.
Nos processos, os fiéis se dizem ofendidos pelo teor de uma reportagem da jornalista Elvira Lobato, publicada em dezembro, que descreve as milionárias atividades do bispo Edir Macedo.
Leia aqui a íntegra do Editorial.
Liberdade de imprensa 1: Justiça cassa liminar que proibia Kfouri de 'ofender' Capez
Em São Paulo
O Tribunal de Justiça de São Paulo cassou nesta terça-feira, por três votos a zero, liminar concedida ao deputado estadual Fernando Capez (PSDB-SP) que proibia o jornalista Juca Kfouri de "ofendê-lo", sob risco de pena de multa de R$ 50 mil.
Segundo Tais Gasparian, advogada de Kfouri e do UOL, a decisão desta terça-feira é "uma garantia às liberdades de imprensa e expressão".
"A liminar foi cassada, o que significa que o Juca não está sujeito a uma multa cada vez que citar o nome do Capez. É uma decisão muito importante, de que ninguém pode tomar uma medida judicial que impeça ou proíba um jornal ou um jornalista de falar ou de tratar de uma pessoa", disse Gasparian.
Para Kfouri, a decisão é uma salvaguarda à imprensa. "Essa não era uma causa minha, e sim uma causa geral. Ainda mais neste momento que vive a imprensa", disse o jornalista.
Capez, que na década de 90, no cargo de promotor de Justiça, se notabilizou por tentar afastar as torcidas organizadas dos estádios de São Paulo, entrou na Justiça contra Juca Kfouri requerendo que o jornalista fosse proibido de ofendê-lo. O deputado justificou o pedido utilizando alguns trechos do blog de Kfouri no UOL.
No final de outubro, a juíza Tonia Yuka Kôroko, da 13ª Vara Cível de São Paulo, concedeu uma liminar proibindo Kfouri de "ofender" o deputado. O jornalista entrou com recurso no Tribunal de Justiça de São Paulo, mas teve o seu pedido negado pelo desembargador Luiz Antônio de Godoy. Em dezembro, Kfouri iniciou uma nova tentativa para revogar a decisão, e teve o parecer favorável nesta terça-feira.
"A Justiça compactuar com aquela decisão da juíza era um atentado à liberdade de expressão. É um alívio e uma satisfação saber que ainda se faz justiça", analisa Kfouri.
Segundo Alexandre Gimenez, gerente geral de Esportes do UOL, esse processo é "na verdade uma tentativa de intimidação contra o jornalista Juca Kfouri". "Não podemos admitir qualquer tipo de censura ou intimidação", disse.
Através de sua assessoria de imprensa, o deputado Fernando Capez preferiu não dar sua opinião sobre a decisão do Tribunal de Justiça. "Não comento polêmica envolvendo esse jornalista", disse o deputado do PSDB.