Em sua mais recente peça, o dramaturgo conservador(ou libertário?) Tom Stoppard - já mencionado nesse blog - faz um retrato da Tchecoslováquia comunista a partir de dois jovens dissidentes, um deles amante da então reprimida cena rock local. Ler a resenha de Michael Weiss sobre a peça é especialmente oportuno nos dias que correm, quando o roqueiro cubano Gorki Avila mostra mais uma vez como a música pode ser incômoda para um regime autoritário.
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quarta-feira, 10 de setembro de 2008
domingo, 20 de julho de 2008
Um salva-vidas no jardim
Na cidade inglesa de Portsmouth, nem os bebês estão a salvo do Estado: os pequerruchos só podem brincar em suas piscinas infláveis supervisionados por um salva-vidas - e os pais ainda precisam contratar um seguro contra "acidentes de funcionamento". E a lei não parece ser uma infelicidade isolada: recentemente, o dramaturgo (e adulto) Tom Stoppard, presente na última Flip, também foi protegido de si mesmo - precisou contratar dois salva-vidas para recepcionar alguns convidados em torno do ameaçador lago que mantém em seu jardim.
Diante da declaração de Stoppard, o site Ordem Livre faz a pergunta que importa: a quem realmente interessa tamanha regulação? Quem nos dá uma dica é Aylton Gomes, o nobre político brasileiro que aprovou legislação semelhante para as nossas plagas: "O funcionário que ficará responsável pela segurança em piscinas e reservatórios de água,[sic] será formado em curso ministrado pelo Corpo de Bombeiros".
Ah, sim: Aylton Gomes é bombeiro militar do distrito federal.
Diante da declaração de Stoppard, o site Ordem Livre faz a pergunta que importa: a quem realmente interessa tamanha regulação? Quem nos dá uma dica é Aylton Gomes, o nobre político brasileiro que aprovou legislação semelhante para as nossas plagas: "O funcionário que ficará responsável pela segurança em piscinas e reservatórios de água,[sic] será formado em curso ministrado pelo Corpo de Bombeiros".
Ah, sim: Aylton Gomes é bombeiro militar do distrito federal.
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