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segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Mais perseguição anti-cristã na Índia: recompensas são oferecidas pelas cabeças de fiéis.

Do WorldNetDaily:

A onda de violência anti-cristã a Índia só piora: reportagem do WND narra que os grupos hindus que já mataram cerca de 60 cristãos (ou 500, caso sejam comprovadas as denúncias de maoístas locais) agora estão oferecendo dinheiro, comida e até bebida alcoólica a quem assassinar cristãos e destruir suas casas. A recompensa pela cabeça de um pastor morto chega a 250 dólares.

Relembremos o saldo total da destruição desses "filhos de Gandhi":
  • 60 mortos (500, se confirmadas as denúncias);
  • 18 mil feridos;
  • 200 igrejas destruídas;
  • 5000 casas queimadas;
  • 13 escolas e centros sociais vandalizados;
  • mais de 50 mil refugiados.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Perseguição anti-cristã na Índia intensifica-se

Como foi reportado anteriormente neste blog, a região de Orissa, na arquipacífica Índia, é palco de uma horrível perseguição a cristãos. Naquele momento, o saldo total era de 60 mortos, 18 mil feridos, 178 igrejas destruídas, 4600 casas queimadas, 13 escolas e centros sociais vandalizados e mais de 50 mil refugiados.

Agora, o World Net Daily (em inglês) informa o seguinte:

As coisas pioraram ainda mais: relatório do Partido Comunista Indiano afirma que as mortes de cristãos já chegaram a 500 e que a situação tem sido grosseiramente maquiada pelas autoridades indianas. Tudo começou quando militantes maoistas assassinaram um líder hindú. Os seguidores desse líder morto puseram a culpa nos cristãos e iniciaram a perseguição, que continuou mesmo depois de os maoistas assumirem a autoria do assassinato. E, agora, mais um líder hindú foi morto pelos maoístas esta semana. Os comunistas acusam ainda os extremistas hindús de manipularem a máquina do governo para maquiar a situação. Um oficial afirma ter autorizado o crematório de mais de 200 corpos encontrados na selva após o início das perseguições.

Outro grupo, este defensor da liberdade religiosa, conta que os cristãos tem sido duramente intimidados a deixar sua fé. Entre outras histórias, há a de uma mulher hindu que foi estuprada após seu tio cristão negar-se a se converter ao hinduismo. Outra cristã foi ameaçada de morte pelos vizinhos e foi forçada junto com a família a comer fezes de vaca para que "se purificassem" da fé cristã.

Esta é a Índia, leitores. E imagino que, se certo Grande Espírito ainda pairasse sobre aquela terra, ele diria aos cristãos de Orissa o mesmo que disse aos judeus na Europa de 1940: que se jogassem de penhascos, que se entregassem aos açougueiros.

P.S.: Em se tratando de relatos de comunistas, desconfiança pouca é bobagem. Tomemos as informações vindas deles como verdadeiras por enquanto, mas tenhamos cautela, pois a experiência mostra que quando um comunista acusa alguém de algo, é porque planeja fazer ou já faz o mesmo ou ainda pior.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Cristãos são perseguidos na Índia e polícia é acusada de omissão

A Índia é conhecida pela grande espiritualidade de seu povo e pela tolerância religiosa, fruto do seu forte apego às tradições do hinduísmo e budismo. É vez ou outra apresentada por direitistas para refutar a tosca relação diretamente proporcional entre pobreza e violência criada pela esquerda, pois embora os indianos sejam em geral muito mais miseráveis que a média brasileira, eles não se matam uns aos outros como nas grandes cidades de cá, precisamente por causa da sólida formação moral trazida por estas tradições.

Entretanto, os últimos acontecimentos tem apresentado uma Índia bem diferente do que muitos ocidentais, hippies e filhos de Gandhi imaginam. Reportagem do site AsiaNews.it denúncia uma grave onda de perseguição anti-cristã na região de Orissa, litoral leste da Índia. E não se trata de movimentos gays ofendidinhos com versículos da Bíblia ou de doutores frankensteins lutando pela pesquisa em células-tronco embrionárias. É violência explícita, pura e simples.

No total, já foram 60 mortos, 18 mil feridos, 178 igrejas destruídas, 4600 casas queimadas, 13 escolas e centros sociais vandalizados e mais de 50 mil refugiados.

A autoria da violência é atribuída a grupos nacionalistas hindus e dura desde o final de agosto. As autoridades estaduais solicitaram a ajuda do governo central, que enviou forças paramilitares para conter o confronto. Porém, a violência não diminuiu e os cristãos, inclusive a Igreja Católica do país, acusam o governo de omissão.