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sábado, 17 de julho de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
domingo, 10 de janeiro de 2010
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Ocidentalismo
Morreu na última segunda-feira Noor Faleh Almaleki, estudante americana de 20 anos atropelada em outubro por Faleh Hassan Almaleki, 48 anos, seu pai - sujeito que vizinhos e familiares afirmaram já ter ameaçado anteriormente a garota por ser "ocidentalizada demais". Faleh Hassan foi preso na Geórgia após tentativa de fuga para o Reino Unido, de onde foi mandado de volta pelas autoridades britânicas.
Para aqueles interessados em entender melhor o ódio ao Ocidente(inclusive dentro da própria civilização ocidental), recomendo o excelente Ocidentalismo: o Ocidente aos olhos de seus inimigos, inteligente e sucinto ensaio de Ian Buruma e Avishai Margalit.
Para aqueles interessados em entender melhor o ódio ao Ocidente(inclusive dentro da própria civilização ocidental), recomendo o excelente Ocidentalismo: o Ocidente aos olhos de seus inimigos, inteligente e sucinto ensaio de Ian Buruma e Avishai Margalit.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Um país de cartun
Mais de dez mulheres foram detidas nessa semana por usarem calças supostamente indecentes em Cartun, capital do Sudão - detenções baseadas em leis islâmicas que valem para toda a população muçulmana desse convulsionado país africano. Lubna Ahmed al Hussein, jornalista que estava entre as detidas, pediu a presença de um advogado e vai a julgamento podendo receber até 40 chibatadas como pena - companheiras meliantes que assumiram o terrível crime receberam 10 chibatadas e pagaram multa por terem ultrajado a sacrossanta república sudanesa.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Afeganistão: mulheres protestam contra lei islâmica e são apedrejadas
Do WorldNetDaily:
Agora, uma pequena amostra daquilo que os anti-americanos chamam de invasão cultural do Ocidente imperialista sobre os pobres e inofensivos muçulmanos:
O governo afegão aprovou lei que dá aos homens o direito de exigir de suas mulheres relações sexuais a cada pelo menos quatro dias (que na prática significa a legalização do estupro doméstico). A lei ainda dá aos homens a custódia dos filhos em caso de divórcio, independentemente das causas do mesmo e obriga as mulheres a pedir permissão aos maridos para sair de casa.
Diante da perspectiva aterradora, 300 corajosas mulheres foram às ruas da capital Cabul protestar, mas foram atacadas a pedradas por mais de 1000 homens, que as chamavam de "vadias" e "escravas dos cristãos".
Agora, uma pequena amostra daquilo que os anti-americanos chamam de invasão cultural do Ocidente imperialista sobre os pobres e inofensivos muçulmanos:
O governo afegão aprovou lei que dá aos homens o direito de exigir de suas mulheres relações sexuais a cada pelo menos quatro dias (que na prática significa a legalização do estupro doméstico). A lei ainda dá aos homens a custódia dos filhos em caso de divórcio, independentemente das causas do mesmo e obriga as mulheres a pedir permissão aos maridos para sair de casa.
Diante da perspectiva aterradora, 300 corajosas mulheres foram às ruas da capital Cabul protestar, mas foram atacadas a pedradas por mais de 1000 homens, que as chamavam de "vadias" e "escravas dos cristãos".
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Repórteres presos na Índia por falar mal do islamismo
Do WorldNetDaily:
Dois repórteres do jornal indiano Statesman foram presos por republicarem artigo do britânico Independent que chama o Islam de opressivo e fala que o profeta Maomé teve relações sexuais com um menina de 9 anos e ordenou a matança de judeus que não quiseram se converter. Ambos acabaram cedendo à pressão dos maometanos ofendidinhos, que invocaram inclusive uma lei que torna ilegal a "intenção maliciosa" em "ofender sentimentos religiosos". Os repórteres foram liberados mediante fiança.
Agora é oficial: está instituída na Índia a polícia do pensamento. Nada impressionante para os padrões brasileiros, é verdade...
Dois repórteres do jornal indiano Statesman foram presos por republicarem artigo do britânico Independent que chama o Islam de opressivo e fala que o profeta Maomé teve relações sexuais com um menina de 9 anos e ordenou a matança de judeus que não quiseram se converter. Ambos acabaram cedendo à pressão dos maometanos ofendidinhos, que invocaram inclusive uma lei que torna ilegal a "intenção maliciosa" em "ofender sentimentos religiosos". Os repórteres foram liberados mediante fiança.
Agora é oficial: está instituída na Índia a polícia do pensamento. Nada impressionante para os padrões brasileiros, é verdade...
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Esperança nos Balcãs
Americanofilia, jeans justos, cabelos ao vento - e coloridos; histórico de resistência ao nazismo, judeus e católicos (e até ateus!) com isonomia jurídica - e respeitados socialmente; bares, cafés e boates - nos quais nenhum jihadista é bem-vindo: estamos falando de Kosovo, o surpreendentemente secularizado (segundo matéria da sempre interessante City Journal) país de maioria muçulmana que declarou unilateralmente sua independência da Sérvia em fevereiro desse ano. Como diz mais de uma vez o autor do artigo, é ótimo saber que islamismo também pode rimar com liberdade...
domingo, 16 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Sexismo afegão
Na última quarta-feira, entre quatro e seis jovens afegãs foram atacadas com ácido por dois homens que passavam em uma moto. Autoridades do país acreditam que o crime bárbaro se deve apenas ao fato de que as garotas estavam a caminho de escola, instituição que a milícia talibã nunca considerou compatível com o sexo feminino.
domingo, 9 de novembro de 2008
domingo, 2 de novembro de 2008
Muçulmanos e o direito ao insulto
Em um intervalo inferior a 30 dias, Londres testemunhou dois vandalismos que atingiram o seu sempre efervescente cenário cultural: no primeiro, tentou-se incendiar a residência de um pequeno editor local; menos de um mês depois, o alvo foi uma das muitas galerias de arte da cidade. Pouco repercutidos pela imprensa, esses ataques não sinalizam qualquer insólito surto de antiintelectualismo em uma capital de tantas letras e tintas; mas eles estão sim unidos por uma razão mais profunda - e por razão que pretende ser nada menos que a maior Revelação do transcendente aos homens dessa terra. Martin Rinya e Sarah Maple, respectivamente editor e pintora vitimados pelos vândalos, cometeram a audácia de ofender involuntariamente o grande Profeta Mafoma, o Maomé nosso de cada dia; como resposta, piromaníacos e uma porta destroçada. Assustado, Rinya já preferiu a autopreservação (e a autocensura) ao livro; a jovem (inglesa e muçulmana) Sarah, subitamente famosa, pretende continuar expondo seus polêmicos quadros - mas sabe que o apoio recebido da galeria pode não durar para sempre.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Sexismo somali
Ontem, na cidade costeira de Kismayu, uma mulher somali foi apedrejada até a morte por ter supostamente cometido adultério. Longe de ser apenas uma variante local do linchamento, o ato nada teve de espontâneo: foi execução "oficial", conduzida pela guerrilha islâmica que controla parte do país - emulando método existente também em outras nações submetidas ao Profeta, com destaque para o Irã dos aiatolás.
Destaco o argumento teológico-legalista produzido pela irmã da acusada, aparentemente revoltada com a decisão da milícia fundamentalista: "O Islã não executa uma mulher por adultério a não ser que quatro testemunhas e o homem com quem ela fez sexo sejam apresentados publicamente". Por mais que a declaração possa ser mera estratégia, não deixa de soar aterradora a possibilidade de que a própria irmã da vítima tenha introjetado a lógica que justifica o apedrejamento, assumindo a justiça da punição e questionando apenas a culpa da parente - ou, pior ainda, recorrendo automaticamente a um tecnicismo jurídico para livrar alguém que se sabe culpado.
Enquanto isso, nossas valorosas feministas - do conforto de seus jornais e cátedras - protestam contra propaganda de empresa aérea...
Destaco o argumento teológico-legalista produzido pela irmã da acusada, aparentemente revoltada com a decisão da milícia fundamentalista: "O Islã não executa uma mulher por adultério a não ser que quatro testemunhas e o homem com quem ela fez sexo sejam apresentados publicamente". Por mais que a declaração possa ser mera estratégia, não deixa de soar aterradora a possibilidade de que a própria irmã da vítima tenha introjetado a lógica que justifica o apedrejamento, assumindo a justiça da punição e questionando apenas a culpa da parente - ou, pior ainda, recorrendo automaticamente a um tecnicismo jurídico para livrar alguém que se sabe culpado.
Enquanto isso, nossas valorosas feministas - do conforto de seus jornais e cátedras - protestam contra propaganda de empresa aérea...
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
As vaginas e o narcisismo institucionalizado.
Segundo o serviço público de saúde britânico, o número de cirurgias plásticas de vagina realizadas duplicou nos últimos 2 anos. Além das razões puramente estéticas de adequação ao modelo "garota da playboy", parte significativa das mulheres, jovens muçulmanas descendentes de imigrantes de primeira ou segunda geração, procuram o serviço para reconstruir o hímen, na tentativa de manter seu valor (namus) como esposa e como membro respeitável e acolhível de suas famílias. É comum em países islâmicos que os próprios pais matem suas filhas se pegas em atos imorais. Tomemos como caso recente o iraquiano Abdel-Qader que trucidou sua filha de 16 anos (com a ajuda de alguns outros familiares) por supostamente estar ela apaixonada por um soldado britânico que sequer sabia de sua existência; ele foi liberado após 2 horas de detenção, já que crimes com tal motivação são tidos como "desculpáveis" ou "compreensíveis".
domingo, 5 de outubro de 2008
Mulheres de biquini em Bali.
Jakarta pretende definir legalmente o que é pornografia e criminalizar, ao longo de todo o país majoritariamente muçulmano, "qualquer material ou ato público capazes de gerar desejo sexual e violar a moralidade comunitária", incluindo música e poesia. No paraíso de Bali, majoritariamente hindu, uma turista ocidental poderá ser presa por usar biquini em público.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Documentário sobre terrorismo islâmico é rejeitado pela grande mídia dos EUA
Reportagem do World Net Daily:
O documentário Obsession, que expõe de maneira detalhada e contundente o terrorismo islâmico, seus métodos de treinamento e doutrinação e até celebrações dos atentados de 11 de setembro, enfrenta sérias dificuldades de divulgação justamente no país mais visado pelos radicais. Sob a alegação de que seria "potencialmente contraprodutivo para os esforços das comunidades árabes e muçulmanas na revitalização de Detroit e o sudeste de Michigan", a Detroit Free Press (você leu direito, é "Free" mesmo) recusou um acordo para distribuir cópias gratuitas do filme, mesmo sendo paga pelo serviço.
Não é um caso isolado, reporta o WND. O documentário tem sido evitado ou até mesmo banido de outros espaços, inclusive universidades, temendo a oposição de muçulmanos locais.
Se você quiser ver o documentário, peça uma cópia à loja do WND ou faça por si mesmo o que a auto-denominada imprensa livre de Detroit não quis fazer: veja gratuitamente acessando este link do YouTube.
O documentário Obsession, que expõe de maneira detalhada e contundente o terrorismo islâmico, seus métodos de treinamento e doutrinação e até celebrações dos atentados de 11 de setembro, enfrenta sérias dificuldades de divulgação justamente no país mais visado pelos radicais. Sob a alegação de que seria "potencialmente contraprodutivo para os esforços das comunidades árabes e muçulmanas na revitalização de Detroit e o sudeste de Michigan", a Detroit Free Press (você leu direito, é "Free" mesmo) recusou um acordo para distribuir cópias gratuitas do filme, mesmo sendo paga pelo serviço.
Não é um caso isolado, reporta o WND. O documentário tem sido evitado ou até mesmo banido de outros espaços, inclusive universidades, temendo a oposição de muçulmanos locais.
Se você quiser ver o documentário, peça uma cópia à loja do WND ou faça por si mesmo o que a auto-denominada imprensa livre de Detroit não quis fazer: veja gratuitamente acessando este link do YouTube.
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quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Ainda sobre a lei anti-Sharia proposta por Tom Tancredo nos EUA
Menos de 24 horas depois de postarmos neste blog a reação americana ao avanço do Islam no Ocidente, Reinaldo Azevedo, citando o blog português Triunfo dos Porcos, apresenta uma pequena porém muito elucidativa amostra daquilo que o parlamentar republicano quer evitar nos EUA com a lei proposta: o chefe do Conselho Judiciário Supremo da Arábia Saudita autorizou o assassinato de funcionários de redes de televisão que exibam programas indecentes, degenerados e infiéis como os desenhos da Disney, onde os "repulsivos" "soldados do Satan" (palavras do juiz) Mickey Mouse e Pato Donald induzem gerações de criancinhas ao vício e à vadiagem. A reportagem original é da Associated Press.
E ainda aparecerão seres dizendo que a lei proposta pelo republicano é anti-democrática e exagerada...
E ainda aparecerão seres dizendo que a lei proposta pelo republicano é anti-democrática e exagerada...
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Parlamentar dos EUA reage à invasão islâmica
Reportagem do World Net Daily:
O republicano Tom Tancredo, Representante (deputado federal) pelo Colorado, apresentou projeto de lei inédito nos EUA que, uma vez em vigor, impedirá de adentrar território americano, revogará o visto de permanência ou até mesmo a naturalidade de quem quer que, dentro dos Estados Unidos, aplique a Sharia ou defenda a sua implementação no país. Sharia é o conjunto de leis islâmicas que prevêem a proibição de todas as outras práticas religiosas em público, pedradas em adúlteros, amputações de ladrões e até condenações à morte a quem deixar o Islam.
Para o leitor que achar esta medida anti-democrática, que faça melhor uso do cérebro e se pergunte se é mesmo anti-democrático combater a anti-democracia, a negação total do Estado Constitucional de Direito. E que se pergunte também se nos países islâmicos onde ela é aplicada ao pé da letra os ocidentais que lá estejam estão sujeitos unicamente às leis ocidentais.
E quem concorda com Tancredo, mas acha a medida exagerada, que se informe melhor lendo o post de nossa colaboradora Clara Madrigano ou a reportagem do jornal da American Bar Association (ordem dos advogados dos EUA) sobre a total aceitação da Sharia como lei no Reino Unido, e muito em breve no Canadá (reportagem do WND também). Tancredo está é muito atrasado.
O republicano Tom Tancredo, Representante (deputado federal) pelo Colorado, apresentou projeto de lei inédito nos EUA que, uma vez em vigor, impedirá de adentrar território americano, revogará o visto de permanência ou até mesmo a naturalidade de quem quer que, dentro dos Estados Unidos, aplique a Sharia ou defenda a sua implementação no país. Sharia é o conjunto de leis islâmicas que prevêem a proibição de todas as outras práticas religiosas em público, pedradas em adúlteros, amputações de ladrões e até condenações à morte a quem deixar o Islam.
Para o leitor que achar esta medida anti-democrática, que faça melhor uso do cérebro e se pergunte se é mesmo anti-democrático combater a anti-democracia, a negação total do Estado Constitucional de Direito. E que se pergunte também se nos países islâmicos onde ela é aplicada ao pé da letra os ocidentais que lá estejam estão sujeitos unicamente às leis ocidentais.
E quem concorda com Tancredo, mas acha a medida exagerada, que se informe melhor lendo o post de nossa colaboradora Clara Madrigano ou a reportagem do jornal da American Bar Association (ordem dos advogados dos EUA) sobre a total aceitação da Sharia como lei no Reino Unido, e muito em breve no Canadá (reportagem do WND também). Tancredo está é muito atrasado.
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