Da Folha Online:
Depois de se engajar recentemente contra a grande ameaça à cultura afro-brasiliana que é a Universal Studios do Reino de Deus, os valentes do Ministério Público agora entram na luta contra o preconceito nas passarelas da moda, mais especificamente nas passarelas do São Paulo Fashion Week. A proposta dos acólitos da igualdade é obrigar as grifes a utlizar uma cota mínima de modelos negros em seus desfiles. Diz a promotora Déborah Kelly Affonso, proponente da medida:
O percentual de modelos negros no evento [em torno de 3%] é bem menor que o de brancos. O objetivo da Promotoria é fazer um acordo de inclusão social. Estabelecer um número mínimo de modelos negros a desfilar.
Nós do blog esperamos que os corajosos promotores, imbuídos do sentimento de amor à justiça social e diante de flagrante prova do preconceito reinante no mundo da moda, proponha também cotas para modelos de outras raças. Ou, sendo ainda mais ousados, proporem cotas também para modelos feias, pseudo-belas, feinhas arrumadas, baranguinhas e monstras em geral. Mais ainda, os arautos da justiça deveriam propor cotas para estilistas heterossexuais machos do sexo masculino, já que também é evidente o preconceito que há por parte das grifes contra essa classe.
Mostrando postagens com marcador racismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador racismo. Mostrar todas as postagens
domingo, 12 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Jornalista americano investiga podres de Obama no Quênia e é intimidado pelas autoridades locais.
O jornalista americano Jerome Corsi, co-fundador do site World Net Daily, viajou ao Quênia para investigar o envolvimento do candidato à presidência dos EUA Barack Obama com o político local Raila Odinga. Odinga é responsável direto pela onda de violência que se seguiu às eleições presidenciais quenianas de 2007, da qual saiu perdedor. Ele incitou a população de sua tribo, Luo (a qual também pertencem os parentes quenianos de Obama), a protestos inflamados contra a tribo Kikuyu, maioria no Quênia e à qual pertence o presidente eleito. A onda de violência matou mais de 1000 pessoas e levou 500 mil a deixarem seus lares, e só parou quando o governo cedeu e Odinga ser apontado primeiro-ministro.
Quando Corsi iria anunciar as conclusões em uma coletiva num hotel em Nairóbi, ele foi detido por autoridades do governo queniana, alguns dos quais fortemente armados, sendo assim impedido de expor suas descobertas. Corsi e seu parceiro permaneceram detidos até a hora de pegarem o vôo de volta, que já estava programado. Entretanto, eles afirmam que só puderam deixar o Quênia porque foram pagas propinas a diversas autoridades.
Corsi ainda ouviu de um dos oficiais do governo em alto e bom som: "Não volte nunca mais. Vemos você no inferno." Enquanto isso, o jornalista queniano que ajudou o jornalista do WND é agora constantemente assediado pelo governo, que quer saber qual foi seu envolvimento com Corsi o que descobriram.
Quanto à investigação em si: Corsi encontrou evidências de que Obama apoiou Odinga.
Quando Corsi iria anunciar as conclusões em uma coletiva num hotel em Nairóbi, ele foi detido por autoridades do governo queniana, alguns dos quais fortemente armados, sendo assim impedido de expor suas descobertas. Corsi e seu parceiro permaneceram detidos até a hora de pegarem o vôo de volta, que já estava programado. Entretanto, eles afirmam que só puderam deixar o Quênia porque foram pagas propinas a diversas autoridades.
Corsi ainda ouviu de um dos oficiais do governo em alto e bom som: "Não volte nunca mais. Vemos você no inferno." Enquanto isso, o jornalista queniano que ajudou o jornalista do WND é agora constantemente assediado pelo governo, que quer saber qual foi seu envolvimento com Corsi o que descobriram.
Quanto à investigação em si: Corsi encontrou evidências de que Obama apoiou Odinga.
Marcadores:
2008,
Barack Obama,
eleições,
estados unidos,
Liberdade de imprensa,
Quênia,
racismo,
Raila Odinga,
WorldNetDaily
terça-feira, 24 de junho de 2008
Os tribunais raciais brasileiros
Artigo do jornalista Ali Kamel acusa: o Brasil tem tribunais raciais muito bem estabelecidos em pelo menos duas universidades públicas - a Universidade de Brasília(UNB) e a Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul. Nos dois casos, se um grupo de notáveis não reconhecer um candidato às cotas raciais como negro ou pardo - decisão que é emitida após um avançadíssimo processo que inclui análises de achatamento nasal e quantidade de melanina -, o estudante não pode pleitear a cota - e na UNB ele é simplesmente excluído do vestibular, aparentemente por ter "mentido" sobre a sua negritude.
Mas há sempre uma esperança: talvez o candidato "mais clarinho" possa comover o tribunal da UNB provando que já namorou uma mulata...
Mas há sempre uma esperança: talvez o candidato "mais clarinho" possa comover o tribunal da UNB provando que já namorou uma mulata...
Assinar:
Postagens (Atom)