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domingo, 10 de janeiro de 2010
sábado, 19 de dezembro de 2009
Casando longe de casa
Vivendo em país que ainda desconhece a moderna instituição do casamento civil, judeus israelenses que têm a infelicidade de se apaixonarem por góis precisam sair da Terra Santa para contrair matrimônio, expediente que movimenta um nicho bastante específico do turismo naquela região do mundo - e que beneficia principalmente Chipre, país de maioria ortodoxa (grega) que realiza prosaicamente uniões de judeus e protestantes sob as bênçãos do Estado.
Como explicações últimas para esse absurdo, o caráter ainda nebuloso das relações entre religião e Estado em Israel e os interesses do fundamentalismo judaico: judeu só casa com judeu - e ponto. Direito dos barbudos, sem dúvida: desde que não queiram impedir (através da lei) que um casal apaixonado e menos limitado pense diferente e possa formalizar sua união sem que precise procurar por criativas soluções em áreas mais arejadas do Ocidente.
Como explicações últimas para esse absurdo, o caráter ainda nebuloso das relações entre religião e Estado em Israel e os interesses do fundamentalismo judaico: judeu só casa com judeu - e ponto. Direito dos barbudos, sem dúvida: desde que não queiram impedir (através da lei) que um casal apaixonado e menos limitado pense diferente e possa formalizar sua união sem que precise procurar por criativas soluções em áreas mais arejadas do Ocidente.
sábado, 7 de março de 2009
Ministério Público, um encosto federal
Você acredita que sacrificar animais, despachar baixas gastronomias pelos cantos da urbe e conclamar finados de moral controversa para desígnios duvidosos não são exatamente coisas espiritualmente engrandecedoras? Acha que um ente chamado Zé Pilintra está mais para etílico mineiro que entidade sobrenatural benfazeja? Recusa-se a enxergar honestidade em adultos protagonizando sacudidelas e saltitos entremeados por urros, infantilismos vocais e batucadas - e sem abadás ou Ivete Sangalo nas proximidades? Cuidado: no Brasil de Molusco e no mundo de Barack, você pode estar cometendo um crime - e em não muito tempo talvez seja tratado por aqui tal qual um molecote revisionista gaúcho pego alimentando um site neonazi qualquer.
Na última quinta-feira, o sempre atuante (que orgulho...) Ministério Público Federal decidiu dar mais um passo na sua gloriosa e já ancestral luta contra os horrores da liberdade de expressão que insistem em se manifestar - qual sobrenaturais zombeteiros - na nossa viçosa terra papagalli: o ilibado órgão defensor de todos nós entrou com uma ação na Justiça contra as redes de tv Record e Gazeta, que exibem programas da Igreja Universal acusados de ofenderem religiões de origem africana - incluindo malignas associações dessas manifestações religiosas com, vejam vocês, termos como "feitiçaria" e "macumba", depreciações notoriamente alheias a essas práticas afro-descendentes. Como pena por tão atrozes comentários, o MPF exige que as redes paguem 13,6 (Record) e 2,4(Gazeta) milhões de reais - além de multas diárias de mais 10 mil dinheiros se insistirem em veicular as tais mensagens inaceitáveis.
Não tenho qualquer simpatia pela igreja do Sr.Macedo, a mais famosa filha do Méier - muito pelo contrário, abomino a sua doutrina da prosperidade e suas consequências (ainda a serem melhor estudadas, tema fundamental e negligenciado) aparentes sobre a população deslumbrada e ignaríssima que compõe a principal clientela do Templo; em mais de um sentido, a bem-sucedida máquina de fazer dinheiro e eleger políticos da Av.Suburbana me parece desde sempre perigo infinitamente maior ao futuro das liberdades no Brasil que as minguantes fileiras das religiões de matriz africana, Átila Nunes à parte. Apesar disso, não tenho como ceder à tentação e trair os princípios desse blog (e meus também, principalmente) e negar à Universal e aos seus bispos o direito de falarem o que bem entenderem sobre as religiões dos orixás, caboclos e quejandos - direito que não anula, antes protege, o direito de resposta daqueles supostamente ofendidos. É da própria natureza das religiões salvíficas (e a precária teologia da Universal é derivação de uma delas, por tosca que seja) assumirem exclusivismos e identificarem como inimigas as crenças (não os fiéis, necessariamente) concorrentes, exclusivistas ou não - e o grau de civilidade com o qual esses repúdios são apresentados é sempre resultado de equação complexa, a ser desvendada por sociólogos, historiadores, teólogos e assemelhados, não uma questão a demandar mediação de ente estatal qualquer.
Ao defender uma (mais uma) restrição aos direitos de expressão baseando-se no politicamente correto e em uma visão new wave do fenômeno religioso, o Ministério Público Federal protagoniza - talvez ainda mais do que Macedo e os dele - uma macabra e perigosíssima dança do capiroto sobre o futuro do Brasil.
Na última quinta-feira, o sempre atuante (que orgulho...) Ministério Público Federal decidiu dar mais um passo na sua gloriosa e já ancestral luta contra os horrores da liberdade de expressão que insistem em se manifestar - qual sobrenaturais zombeteiros - na nossa viçosa terra papagalli: o ilibado órgão defensor de todos nós entrou com uma ação na Justiça contra as redes de tv Record e Gazeta, que exibem programas da Igreja Universal acusados de ofenderem religiões de origem africana - incluindo malignas associações dessas manifestações religiosas com, vejam vocês, termos como "feitiçaria" e "macumba", depreciações notoriamente alheias a essas práticas afro-descendentes. Como pena por tão atrozes comentários, o MPF exige que as redes paguem 13,6 (Record) e 2,4(Gazeta) milhões de reais - além de multas diárias de mais 10 mil dinheiros se insistirem em veicular as tais mensagens inaceitáveis.
Não tenho qualquer simpatia pela igreja do Sr.Macedo, a mais famosa filha do Méier - muito pelo contrário, abomino a sua doutrina da prosperidade e suas consequências (ainda a serem melhor estudadas, tema fundamental e negligenciado) aparentes sobre a população deslumbrada e ignaríssima que compõe a principal clientela do Templo; em mais de um sentido, a bem-sucedida máquina de fazer dinheiro e eleger políticos da Av.Suburbana me parece desde sempre perigo infinitamente maior ao futuro das liberdades no Brasil que as minguantes fileiras das religiões de matriz africana, Átila Nunes à parte. Apesar disso, não tenho como ceder à tentação e trair os princípios desse blog (e meus também, principalmente) e negar à Universal e aos seus bispos o direito de falarem o que bem entenderem sobre as religiões dos orixás, caboclos e quejandos - direito que não anula, antes protege, o direito de resposta daqueles supostamente ofendidos. É da própria natureza das religiões salvíficas (e a precária teologia da Universal é derivação de uma delas, por tosca que seja) assumirem exclusivismos e identificarem como inimigas as crenças (não os fiéis, necessariamente) concorrentes, exclusivistas ou não - e o grau de civilidade com o qual esses repúdios são apresentados é sempre resultado de equação complexa, a ser desvendada por sociólogos, historiadores, teólogos e assemelhados, não uma questão a demandar mediação de ente estatal qualquer.
Ao defender uma (mais uma) restrição aos direitos de expressão baseando-se no politicamente correto e em uma visão new wave do fenômeno religioso, o Ministério Público Federal protagoniza - talvez ainda mais do que Macedo e os dele - uma macabra e perigosíssima dança do capiroto sobre o futuro do Brasil.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Nepal: de Mao a pior
Há apenas seis meses no poder e pouco mais de dois anos depois do abandono(?) da luta armada, os maoístas do Partido Comunista do Nepal já exibem garbosos as suas credenciais democratas: no alvo, inimigos políticos, jornais opositores,religiosos,prostitutas e até concurso para Miss Nepal, eventinho sabidamente machista e contra-revolucionário - bem ao contrário do Camarada Mao, timoneiro notório pela forma sensível e romântica (quase burguesa!) com que tratava o - perdoem o reacionarismo - belo sexo.
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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Esperança nos Balcãs
Americanofilia, jeans justos, cabelos ao vento - e coloridos; histórico de resistência ao nazismo, judeus e católicos (e até ateus!) com isonomia jurídica - e respeitados socialmente; bares, cafés e boates - nos quais nenhum jihadista é bem-vindo: estamos falando de Kosovo, o surpreendentemente secularizado (segundo matéria da sempre interessante City Journal) país de maioria muçulmana que declarou unilateralmente sua independência da Sérvia em fevereiro desse ano. Como diz mais de uma vez o autor do artigo, é ótimo saber que islamismo também pode rimar com liberdade...
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Mais perseguição anti-cristã na Índia: recompensas são oferecidas pelas cabeças de fiéis.
Do WorldNetDaily:
A onda de violência anti-cristã a Índia só piora: reportagem do WND narra que os grupos hindus que já mataram cerca de 60 cristãos (ou 500, caso sejam comprovadas as denúncias de maoístas locais) agora estão oferecendo dinheiro, comida e até bebida alcoólica a quem assassinar cristãos e destruir suas casas. A recompensa pela cabeça de um pastor morto chega a 250 dólares.
Relembremos o saldo total da destruição desses "filhos de Gandhi":
A onda de violência anti-cristã a Índia só piora: reportagem do WND narra que os grupos hindus que já mataram cerca de 60 cristãos (ou 500, caso sejam comprovadas as denúncias de maoístas locais) agora estão oferecendo dinheiro, comida e até bebida alcoólica a quem assassinar cristãos e destruir suas casas. A recompensa pela cabeça de um pastor morto chega a 250 dólares.
Relembremos o saldo total da destruição desses "filhos de Gandhi":
- 60 mortos (500, se confirmadas as denúncias);
- 18 mil feridos;
- 200 igrejas destruídas;
- 5000 casas queimadas;
- 13 escolas e centros sociais vandalizados;
- mais de 50 mil refugiados.
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sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Perseguição anti-cristã na Índia intensifica-se
Como foi reportado anteriormente neste blog, a região de Orissa, na arquipacífica Índia, é palco de uma horrível perseguição a cristãos. Naquele momento, o saldo total era de 60 mortos, 18 mil feridos, 178 igrejas destruídas, 4600 casas queimadas, 13 escolas e centros sociais vandalizados e mais de 50 mil refugiados.
Agora, o World Net Daily (em inglês) informa o seguinte:
As coisas pioraram ainda mais: relatório do Partido Comunista Indiano afirma que as mortes de cristãos já chegaram a 500 e que a situação tem sido grosseiramente maquiada pelas autoridades indianas. Tudo começou quando militantes maoistas assassinaram um líder hindú. Os seguidores desse líder morto puseram a culpa nos cristãos e iniciaram a perseguição, que continuou mesmo depois de os maoistas assumirem a autoria do assassinato. E, agora, mais um líder hindú foi morto pelos maoístas esta semana. Os comunistas acusam ainda os extremistas hindús de manipularem a máquina do governo para maquiar a situação. Um oficial afirma ter autorizado o crematório de mais de 200 corpos encontrados na selva após o início das perseguições.
Outro grupo, este defensor da liberdade religiosa, conta que os cristãos tem sido duramente intimidados a deixar sua fé. Entre outras histórias, há a de uma mulher hindu que foi estuprada após seu tio cristão negar-se a se converter ao hinduismo. Outra cristã foi ameaçada de morte pelos vizinhos e foi forçada junto com a família a comer fezes de vaca para que "se purificassem" da fé cristã.
Esta é a Índia, leitores. E imagino que, se certo Grande Espírito ainda pairasse sobre aquela terra, ele diria aos cristãos de Orissa o mesmo que disse aos judeus na Europa de 1940: que se jogassem de penhascos, que se entregassem aos açougueiros.
P.S.: Em se tratando de relatos de comunistas, desconfiança pouca é bobagem. Tomemos as informações vindas deles como verdadeiras por enquanto, mas tenhamos cautela, pois a experiência mostra que quando um comunista acusa alguém de algo, é porque planeja fazer ou já faz o mesmo ou ainda pior.
Agora, o World Net Daily (em inglês) informa o seguinte:
As coisas pioraram ainda mais: relatório do Partido Comunista Indiano afirma que as mortes de cristãos já chegaram a 500 e que a situação tem sido grosseiramente maquiada pelas autoridades indianas. Tudo começou quando militantes maoistas assassinaram um líder hindú. Os seguidores desse líder morto puseram a culpa nos cristãos e iniciaram a perseguição, que continuou mesmo depois de os maoistas assumirem a autoria do assassinato. E, agora, mais um líder hindú foi morto pelos maoístas esta semana. Os comunistas acusam ainda os extremistas hindús de manipularem a máquina do governo para maquiar a situação. Um oficial afirma ter autorizado o crematório de mais de 200 corpos encontrados na selva após o início das perseguições.
Outro grupo, este defensor da liberdade religiosa, conta que os cristãos tem sido duramente intimidados a deixar sua fé. Entre outras histórias, há a de uma mulher hindu que foi estuprada após seu tio cristão negar-se a se converter ao hinduismo. Outra cristã foi ameaçada de morte pelos vizinhos e foi forçada junto com a família a comer fezes de vaca para que "se purificassem" da fé cristã.
Esta é a Índia, leitores. E imagino que, se certo Grande Espírito ainda pairasse sobre aquela terra, ele diria aos cristãos de Orissa o mesmo que disse aos judeus na Europa de 1940: que se jogassem de penhascos, que se entregassem aos açougueiros.
P.S.: Em se tratando de relatos de comunistas, desconfiança pouca é bobagem. Tomemos as informações vindas deles como verdadeiras por enquanto, mas tenhamos cautela, pois a experiência mostra que quando um comunista acusa alguém de algo, é porque planeja fazer ou já faz o mesmo ou ainda pior.
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quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Cristãos são perseguidos na Índia e polícia é acusada de omissão
A Índia é conhecida pela grande espiritualidade de seu povo e pela tolerância religiosa, fruto do seu forte apego às tradições do hinduísmo e budismo. É vez ou outra apresentada por direitistas para refutar a tosca relação diretamente proporcional entre pobreza e violência criada pela esquerda, pois embora os indianos sejam em geral muito mais miseráveis que a média brasileira, eles não se matam uns aos outros como nas grandes cidades de cá, precisamente por causa da sólida formação moral trazida por estas tradições.
Entretanto, os últimos acontecimentos tem apresentado uma Índia bem diferente do que muitos ocidentais, hippies e filhos de Gandhi imaginam. Reportagem do site AsiaNews.it denúncia uma grave onda de perseguição anti-cristã na região de Orissa, litoral leste da Índia. E não se trata de movimentos gays ofendidinhos com versículos da Bíblia ou de doutores frankensteins lutando pela pesquisa em células-tronco embrionárias. É violência explícita, pura e simples.
No total, já foram 60 mortos, 18 mil feridos, 178 igrejas destruídas, 4600 casas queimadas, 13 escolas e centros sociais vandalizados e mais de 50 mil refugiados.
A autoria da violência é atribuída a grupos nacionalistas hindus e dura desde o final de agosto. As autoridades estaduais solicitaram a ajuda do governo central, que enviou forças paramilitares para conter o confronto. Porém, a violência não diminuiu e os cristãos, inclusive a Igreja Católica do país, acusam o governo de omissão.
Entretanto, os últimos acontecimentos tem apresentado uma Índia bem diferente do que muitos ocidentais, hippies e filhos de Gandhi imaginam. Reportagem do site AsiaNews.it denúncia uma grave onda de perseguição anti-cristã na região de Orissa, litoral leste da Índia. E não se trata de movimentos gays ofendidinhos com versículos da Bíblia ou de doutores frankensteins lutando pela pesquisa em células-tronco embrionárias. É violência explícita, pura e simples.
No total, já foram 60 mortos, 18 mil feridos, 178 igrejas destruídas, 4600 casas queimadas, 13 escolas e centros sociais vandalizados e mais de 50 mil refugiados.
A autoria da violência é atribuída a grupos nacionalistas hindus e dura desde o final de agosto. As autoridades estaduais solicitaram a ajuda do governo central, que enviou forças paramilitares para conter o confronto. Porém, a violência não diminuiu e os cristãos, inclusive a Igreja Católica do país, acusam o governo de omissão.
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sábado, 30 de agosto de 2008
China: bispo é preso no dia do encerramento das Olimpíadas
Governo de Pequim apresenta ao mundo o seu modelo de 'liberdade religiosa'.
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domingo, 17 de agosto de 2008
Caça às Bíblias em Pequim
Como o amigo e colaborador do blog Daniel Gurjão sugeriu há alguns posts, o governo comunista chinês parece considerar A Bíblia como livro de enorme potencial subversivo, uma arma que precisa ser apreendida antes que cause danos terríveis à estabilidade do regime. No post do Daniel, as autoridades policiais aparecem confiscando apenas um exemplar da obra religiosa, muito provavelmente privando apenas o infeliz fiel de palavras que em algum grau lhe eram caras; mas o combate a esse livro tão perigoso não esmorece, e oficiais chineses acabam de conseguir feito bem mais substantivo nessa importante empreitada: apreenderam 300 exemplares da Bíblia que estavam prestes a entrar no país, transportados por malignos missionários católicos. Fico me perguntando o quanto o povo chinês não deve a tão zelosos e eficientes funcionários, que impediram essa verdadeira invasão de páginas cristãs no país ateu...
domingo, 10 de agosto de 2008
Novo esporte olímpico: revezamento de ativistas
Nossa cobertura das Olimpíadas continua com a prisão de cinco ativistas pró-Tibet. Eles levantaram a bandeira nacional tibetana e faixas de protesto na Praça da Paz Celestial (desde 1989 um dos lugares mais irônicos da face da Terra), mas foram detidos pelas autoridades, que lhes tomaram os perigosos artefatos. Isto se deu apenas algumas horas após a prisão de um ativista cristão chinês e seu irmão, que estavam a caminho de uma igreja protestante onde haveria uma cerimônia da qual participou inclusive o Presidente dos Estados Unidos. Entre os objetos de alta periculosidade apreendidos, estava a Bíblia Sagrada.
O paradeiro do ativista cristão é desconhecido.
O paradeiro do ativista cristão é desconhecido.
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sexta-feira, 4 de julho de 2008
terça-feira, 3 de junho de 2008
sábado, 26 de abril de 2008
segunda-feira, 17 de março de 2008
O tráfico e a intolerância religiosa
O controle que o tráfico de drogas armado exerce sobre áreas significativas do Rio de Janeiro faz mais uma vítima: a liberdade religiosa. O jornal Extra comenta sobre a proibição de cultos afro-brasileiros em favelas do Rio - questão já noticiada pela Folha de São Paulo em 2006.
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